Ofuscante como o simples tremeluzir das estrelas
Estrelas essas que reluzem cada vez que te vejo
Ou falo contigo por genuínos ápices.
Palavras elaboradas que dedico a cada momento.
Verdade, verdades te dirijo a dizer te o que sinto
Verdade dessa que é a loucura de um coração apaixonado,
Olhares cegos os nossos,
Sim o são,
Um olha para o outro e o outro olha para si mesmo,
Mundo de trocas e baldrocas, e quando sentes que o amor
É correspondido por quem mais anseias,
Vive-se eternidades de segundos,
Resplandece o coração, e os batimentos tornam-se incontroláveis,
Esboça-se um sorriso,
Suspira-se de amor... porquê?
Porque, te amo...
Se no momento seguinte o que sentes por mim comuta,
E as palavras açucaradas que tiveste para comigo, tornam-se frígidas;
Como do dia para a noite, sem lua e sem estrelas,
Porquê? Tão pouco tempo de alegria,
Porquê? A palavra eternidade não tem o valor e significado que a damos, porquê?
Tornas o sentimento de luz de amor em escuridão,
Começam a chover lágrimas.
Que amor é este? Já me respondeste: “É o meu.”
Tens a tua própria forma de amar, somente a ti mesmo...
Não te conheci com essa feição actual de ser, nem de amar.
Amar, não é exigir aceitação e aprovação pelos erros, se continuas a praticá-los;
Amar, não é do jeito que o próprio quer, mas do jeito que o outro merece e necessita.
Amar é simplesmente mudar e evitar errar novamente.
É querer ser exclusivo um para o outro.
By Lisa

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